Rafael Soares – vencedor Heinzburger 2016

Rafael Soares – vencedor Heinzburger 2016

Um bom hambúrguer é uma das coisas mais gostosas que se pode comer. Sua própria figura nos transmite esse acolhimento: a carne aconchegada no carinhoso abraço das duas fatias de pão, muitas vezes na companhia de um belo queijo.

O burger é um dos pratos mais democráticos, já que é encontrado por todo planeta e com parte dos preços bem acessíveis. Apesar de ser uma das primeiras comidas que associamos com os Estados Unidos, ele nasceu em Hamburgo na Alemanha.

Apesar de levar poucos ingredientes, não é tão simples fazer um bom hambúrguer. Requer carne de ótima qualidade - não confunda com cortes caros - e atenção durante o preparo. Não tenho nada contra o uso de cortes mais nobres, como a picanha, mas não acho que seja fundamental para um grande burger.

Quando vou fazer um blend, procuro usar cortes que possuam muito sabor junto com um percentual de gordura que pode variar de 20 a 25% do peso do hambúrguer. A gordura, além de trazer sabor e suculência, dá a “liga“ necessária - esqueça esse negócio de pasta de alho ou farinha - Cortes como peito, acém, fraldinha ou costela estão sempre no meio dos blends que faço em casa. Um dos grandes baratos de se fazer hambúrguer é testar os blends com diferentes cortes, percentuais de gordura e proporções (um burger feito com 50% de peito e 50% de acém tem sabor completamente diferente de um com duas partes de acém para uma de peito).

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